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Petition Tag - poder

1. MANIFESTO: Melhores Condições aos Ciclistas

As legislações federais existentes que amparam e dão diretrizes ao uso de bicicletas em nosso país, tais como: código nacional de trânsito, estatuto das cidades, Resolução nº07 do ConCidades, Plano Diretor de Transporte e da Mobilidade - PlanMob, Projeto de Lei 1687/2007 da Política Nacional de Mobilidade Urbana, também sejam criados em Pernambuco, reforçando o recém Plano Diretor de Transporte Urbano – PDTU/RMR, outras leis que possam desempenhar o papel de fomentar e de dá garantias aos usuários de bicicleta num deslocamento seguro, como também, da sua integração aos modos coletivos de transporte – ônibus, trem, metrô entre outros modais.

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2. Liberen a Magaly

Magaly esta bajo arresto injustamente. Que viva la libertad de expresion.

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3. ABAIXO-ASSINADO PELO VOTO ABERTO NO CONGRESSO NACIONAL

O VOTO ABERTO É UM DIREITO DO ELEITOR!

Sob o pensamento de que “Democracia se constrói com representação e transparência”, vários setores da sociedade têm, através de campanhas populares e até mesmo parlamentares de Assembléias legislativas e Câmara Federal, se empenhado ao máximo na condução do tema Voto Aberto, por meio de Abaixo-Assinado.

Abrir o voto dos deputados e dos senadores é permitir que o eleitor acompanhe as posições de seus representantes. É impedir que parlamentares votem contra a vontade da sociedade e se escondam no sigilo do voto, como está acontecendo nos últimos meses na Câmara dos Deputados.

O voto aberto não é, no entanto, garantia de bom voto. Mas, com certeza, nos permite colocar mais um tijolo nesta longa e difícil construção que é a democracia brasileira. Sabendo como votam os parlamentares em questões cruciais, é possível cobrar deles explicações e mudanças de posição. Só com a pressão da sociedade é que poderemos fazer com que o legislativo brasileiro desista de manter-se de costas para a vontade do eleitor.

Nós, da sociedade civil, estamos nos organizando em vários Estados, chmando a atenção do Legislativo para a instituição do VOTO ABERTO em todas as deliberações da Câmara, do Senado, do Congresso Nacional, das Assembléias Legislativas, da Câmara Legislativa do Distrito Federal e das Câmaras Municipais, de acordo com a PEC 349/01, aprovada por unanimidade em primeiro turno em setembro de 2006.

Na esperança que tínhamos em ser aprovada pela Câmara a matéria em questão, a mesma foi obstruida por fatos polítcos não menos importante mas, considerando a moralização no Congresso Nacional tão necessária neste País, urge a mobilização popular mais do que nunca para que o VOTO ABERTO seja instituído na esfera do Poder Legislativo Brasileiro.

TODO PODER EMANA DO POVO!

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4. Benefícios socias para quem tem distúrbio do pânico

A idéia sobre isso, nasceu de uma conversa informal na ListP@n, o propósito era que o transtorno do pânico ganhasse mais repercussão junto aos orgãos de saúde.

Para isso deveriamos levantar uma bandeira, o que quer dizer uma luta que talvez mesmo que seja árdua, seja para o bem de muita gente.

O que queremos dizer é que deveriamos conseguir apoio político, para penetrarmos nos orgãos de saúde, onde pudessemos levar
o transtorno do pânico, a forma incapacitante que ele realmente
leva ao individuo que sofre com isso.

Já aqui, começamos a discordar. O apoio não deve ser político, pois o problema é de saúde e não de política. O problema é de falta de informações, não de descrédito. Pensamos que compete aos psiquiatras
e psicólogos darem a importância ao assunto e não se furtarem de defenderem seus
pacientes portadores de doenças psíquicas incapacitantes.

Competeria então aos profissionais de saúde mental, como formadores de opinião
que são, irem informando os responsáveis pelos orgãos trabalhistas, da incapacidade profissional momentanea (ou duradoura) a que estão sujeitos os portadores de TP.

A bandeira que queremos levantar era justamente para conseguir que uma
pessoa com transtorno de panico, diagnosticada pelos orgaos publicos (INSS) e pudesse receber os benefícios sociais, quando essa pessoa estiver incapancitada para o trabalho.
Sabemos que um psiquiatra pode afastar o paciente do trabalho, porem as perícias médicas do INSS, sao dificeis de reconhecer a gravidade dos sintomas do pânico.

Com relação a incapacidade por doença mental, podemos assegurar que
as patologias psiquiátricas crônicas incapacitantes certamente não incluem
o transtorno do pânico, pois como é óbvio o TP incapacitando em definitivo seria
a excessão e não a regra (o TP tem "cura") mas o mesmo não podemos dizer com relação
as outras doenças psiquiátricas crônicas, pois aquelas, em regra são
incapacitantes sendo que a cura é que a excessão.

Para que isso fosse adiante, teriamos que ter força política. Teriamos que ter alguem que conseguisse levar ao conhecimento
do poder publico o que realmente é o transtorno do pânico.

Insistimos que nao é o poder público que tem saber o que é TP, quem tem que saber sao os profissionais de saúde pública da área da saúde, principalmente a mental.

Acho que isso conseguido, talvez, seria o grande passo para que o TP fosse mais conhecido e respeitado dentro da sociedade como uma doenca, e nao como simples frescura ou ataque de nervos. Não é só o TP que não
é respeitado. As pessoas com sintomas de transtornos neuróticos, sejam eles ansiosos, depressivos, fóbicos, histéricos etc,
também enfrentam esta dificuldade, justamente pela incapacidade da maioria em poder ajuda-las, daí "se eu não puder fazer nada por que não queimar".

Voces ja imaginaram a forca que representa os portadores de TP? Se segundo estatiscas pertencemos a um grupo de 3% a 6% da população total do planeta, imaginem o que isso pode significar no meio político.

Teriamos condicoes de eleger um deputado federal, por exemplo, ou outras coisas mais. Acho que isso seria uma luta construtiva e que deveríamos debater esse assunto, precisamos, pensamos nós, fazer mais pelo portados do distúrbio, nada comercial,
mas para chegarmos onde precisamos, é necessário força política.

O que voce acha?

Discordamos inclusive destes dados de 2% a 4% da população ser portadora de
TP. Senão vejamos:

2-4- %- TP
2-10%- uma forma qualquer de depressão
6 a 10- portadores de um retardamento mental
1 -2%- portador de personalidade psicopatica
1-2%- portadora de esquizofrenia.
3-5%- portadora de uma dependencia qualquer(drogas, medicamentos, alcool)
1-2%- portadora de uma patologia organica com comprometimento mental qualquer
1-2%- portadores de epilepsia
6-10%- portadora de uma patologia ansiosa ou dela derivada (menos o panico) pois
ele ja tem estatistica pronta.

Portanto em uma estatística, teriamos 23% da população comprometida com uma patologia mental. Se puxarmos pelo negativo, este percentual atinge 47%. É por isso que achamos que a luta não
é politica , mas sim profissional. As patologias incapacitantes em psiquiatria ainda não incluem o TP como entre as 15 que mais afastam do trabalho ou incapacitam definitivamente, dai não ter o pânico ainda o estudo sobre sua incapacidade qualitativa e nao quantitativa que deveria ter.

Como voce sabe, a LER (lesão por esforço repetitivo) agora é que está tendo a
abordagem profissional importante que sempre deveria ter tido, justamente por estar sendo dado mais enfase técnica e consequentemente assistencial e de seguridade social
a mesma.Isto se deveu a um esforco dos orgaos medicos, assistenciais e de previdencia do que de um esforço político.

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5. Justicia para Latinoamérica - El Sur también existe

Si estás en Latinoamérica, ya debes saber que es casi un milagro ver a Michael Jackson en los canales de televisión. MTV Latina, la última vez que pasó un especial dedicado íntegramente al Rey del Pop fue cuando se lanzó el álbum "HIStory, Past, Present & Future", allá por 1995. Ya vimos en pantalla a artistas latinos e internacionales ser nombrados "Artistas del Mes", estar presentes en las secciones como "Becoming", "Making The Video", "FANatic", algunos hasta por doble turno, y de Michael Jackson... NADA. El 7 de noviembre de 2001, la corresponsal de Europa Press, Nuria Caralps, informó que la tienda de discos Virgin Megastore de Times Square en Manhattan, había sido la escogida por Michael Jackson para promocionar su último álbum "Invincible", evento televisado junto a una nota realizada por Carson Daily para "Total Request Live" (TRL), por la cadena estadounidense de música MTV, en el marco del ciclo musical "Spankin New Music" del canal. ¿Por qué ese material nunca fue emitido al aire por MTV Latina, en plena promoción del álbum "Invincible"?. Meses antes, en septiembre de 2001, Michael Jackson realizó dos conciertos como festejo por sus 30 años de carrera solista. En dicho país, el show fue trasmitido por la señal CBS y, como ocurrió en otras ocasiones, los televidentes pensamos que el programa iba a ser retransmitido para Latinoamérica por la señal Sony Entertainment Television. Sin embargo, los meses pasaron y todavía somos miles los seguidores latinoamericanos que aún no hemos podido disfrutar de este gran espectáculo. Es bastante ridículo pensar que no haya ningún plan de emitir el show conmemoración del aniversario de los 30 años de carrera como solista de Michael Jackson, tomando en cuenta que fue el programa con mayor audiencia de los últimos 10 años en la televisión americana, con 45 millones de televidentes. Realmente nos gustaría saber el verdadero motivo para evitar la transmisión de este tipo de especiales. Si Sony Entertainment Television puede trasmitir los premios Grammy Latinos, eventos especiales, ¿por qué no este concierto?. ¿Por qué MTV Latina no pasa ningún especial nuevo de Michael Jackson en años?. ¿Creerán que por no ser parte del primer mundo, no tenemos el mismo derecho a disfrutar de los mejores eventos internacionales?. Sería grato que a partir de esta petición, directivos de distintas cadenas televisivas (de aire y cable) se den cuenta de que... ¡EL SUR TAMBIÉN EXISTE!.

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